Último Olhar

Caminhos que se cruzam entre milhares de perguntas, olhares e sussurros que nos envolve entre queridos e desconhecidos… Entre sorrisos e soluços.

O silêncio é a única palavra que conheço, o resto se perde nos olhares de quem o viu voar, mesmo querendo ir, querendo dormir, um abraço conforta e faz adormecer nos ombros da melancolia…

Vi flores, vi versos, vi amores, nada é tão forte quanto uma despedida… Um abraço em seu leito, um beijo suave em sua testa…

Com a voz trêmula  diz baixinho; Te vejo em breve meu pai!

Vi um caminho que sopra paz, onde ninguém quer ir… Vi a grama verde florir, vi dezenas de nomes gravados em lápides, vi o silêncio repousar novamente… Nele estava escrito; Aqui jaz o amor, ele não morre, não murcha, não desaparece… Apenas encontra outra forma de coexistir, seja na terra, nas águas, no ar ou entre as estrelas.

Autor: Cláudio D’larte

A crônica é uma gentil colaboração do nosso leitor Cláudio D’larte. Agradecemos imensamente a confiança!

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