CHILI GUILI e A Dança de Naahan

CHILI GUILI e A Dança de Naahan

O projeto

Você já sentiu um chamado para realizar algo sem saber o que era e aquilo acabou mudando completamente o rumo da sua vida?

Confira o depoimento da autora sobre a criação dessa obra:

Eu acredito que ouvir a voz da intuição é o segredo da vida.
Eu a ouvi no final de 2018 e esta me avisou que estava na hora de colocar em prática todos os aprendizados que eu obtive na vida. Dessa experiência incrível nasceu um livro.
Aqui é como você participa dessa história, ajudando a colocar um sonho bonito para frente e me dando a mão para olhar o mundo por uma outra perspectiva.

“Olha! Tem um beija-flor caído no chão! Será que ele tá morto?” disse a estagiária da empresa onde eu estava trabalhando enquanto apontava para um pequeno pássaro azul e verde todo torto e, aparentemente, desacordado.

Foi assim que conheci Guuley, o herói dessa história.

Na época, eu também estava perdido, cansado e muito machucado. O encontro ressoou forte em mim. Apaixonado por simbologia, minha reação foi pesquisar o significado da aparição de beija-flores em diversas culturas. O simbolismo, que mais fez sentido para mim, foi o do beija-flor aparecer em tempos de mudança. Mas a mudança que ele propõe, tal como seu voo, pode acontecer para direções inesperadas.

E, assim, alguns dias depois, meu primeiro longa metragem foi selecionado para um festival de cinema na Índia, onde faria a sua estréia internacional. Não fosse por ele, talvez ainda estaria trancado num apartamento em São Paulo, não teria viajado para a India e pelos lugares que passei desde então e, definitivamente, não teria escrito esse livro.

Que a história que eu vi nos olhos desse lindo beija-flor possa trazer para você os aprendizados de vida que trouxe para mim.

 

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