13 lições que aprendemos com o livro “O homem mais inteligente da história”

Abandonando uma versão bíblica sobre a história de Jesus Cristo, o livro O homem mais inteligente da história, do escritor Augusto Cury, aborda a vida de Jesus, por meio de uma análise psicológica e comportamental. 

Ler é transcender, mergulhar fundo no conhecimento e romper as barreiras do preconceito. Alguns autores utilizam suas obras para quebrar paradigmas, remodelar conceitos e estimular opiniões, muitas vezes, auxiliando as pessoas em suas carreiras, saúde emocional e comportamental.

Esse é o caso do autor Augusto Cury, que, além de escritor, é psiquiatra, psicoterapeuta e cientista. Suas obras buscam estimular o pensamento crítico dos leitores, abordando temas e situações polêmicas.

O homem mais inteligente da história é um livro que ensina, estimulando a refletir sobre a vida que levamos e o que podemos fazer para que ela seja mais leve. A leitura agrega, contudo em alguns momentos é maçante devido a repetição de passagens e ensinamentos. Fora isso dá pra tirar boas e impressionantes lições para vida.

É um livro de autoajuda, um gênero que sofre preconceito no meio literário, mas que hoje é o mais vendo do país, quebrando recordes ano após ano. 

Mesmo sabendo que a leitura é capaz de deixar marcas diferentes em cada leitor, separei treze lições que o livro O homem mais inteligente da história te dará. 

1 – “Julgar menos e abraçar mais é uma das ferramentas de gestão da emoção”. (página 79)

2 – “Somos cartesianos, lógicos, apequenados. Contabilizamos o tempo, não os desperdiçamos nem com quem amamos. Não perguntamos para eles que pesadelos os assombram nem que lágrimas nunca encenaram no teatro do rosto”. (página 87)

3 – “O autor da Existência é tão grande e apostou tanto na humanidade que deu a ela um tesouro insondável: a liberdade de escolha. Escolhas erradas são as verdadeiras responsáveis pela biografia da humanidade ser manchada pela violência”. (página 95)

4 – “Ser feliz é contemplar a assinatura do Autor da Existência nas coisas simples e anônimas. É se deslumbrar com a chuva e com o sol. É recomeçar tudo de novo quando necessário”. (página 100)

5 – “O maior perigo é ficarmos indiferentes a dor dos outros”. (página 100)

6 – “Quem vence sem riscos, vence sem glórias”. (página 106)

7 – “Os grandes homens também choram. O problema é que eles não sabem o que fazer com as lágrimas”. (página 132)

8 – “Compreender quem nos machucou não muda o outro, mas nos transforma”. (página 133)

9 – “A personalidade humana é como uma onda do mar e o tempo é como a praia. Cada onda tem uma silhueta, assim como cada personalidade tem suas características, uma discretas, outras borbulhantes, mas todas encenam sua peça no teatro do tempo e, cedo ou tarde, voltam tímida e misteriosamente para o mar da existência deixando poucos vestígios”. (página 135)

10 – “Sucesso profissional sem sucesso emocional não é sucesso, é autodestruição…”. (página 136)

11 – “Quem ama tem ciúmes? Se considerarmos o ciúme uma busca de aproximação, sim! Mas o ciúme nutrido pelo medo da perda gera a necessidade de controle, que, por sua vez, torna-se um desvio doentio da necessidade de aproximação, produzindo a busca de uma atenção exagerada e insaciável”. (página 137)

12 – “O ciúme brando é inofensivo, torna-se um contraponto à indiferença. Quem é indiferente não ama, às vezes nem a si mesmo. Por outro lado, quem tem ciúme em excesso se autodestrói, perde a autoconfiança e acelera a perda”. (página 137)

13 – “A vida é um grande contrato de risco. Em uma das cláusulas mais importantes desse contrato é que devemos viver cada dia como um novo capítulo como uma aventura. Quem se aprisionou no cárcere da rotina não sonho, não se recicla, não aprende mais. Deixou de ser autor da própria história, tornou-se um zumbi, ainda que esteja fisicamente vivo”. ( página 161)

O livro O homem mais inteligente da história do escritor Augusto Cury é uma publicação da editora Sextante

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