Supernatural – Nunca Mais tem no enredo um caso para os Winchester resolverem baseado em conto do mestre Edgar Allan Poe

Sou suspeito para falar de Supernatural. Sim!  Sou fã e acompanho a série desde o lançamento, em 2005. Então, vai ter muito Supernatural aqui! E o melhor: com resenha dos livros da série. Não conhece? Essa é a hora e já vai um estímulo para sua leitura. As histórias dos livros são inéditas, e os acontecimentos são sempre relacionados a série de TV. Em ‘Supernatural – Nunca Mais’, por exemplo, a história se passa entre os acontecimentos da primeira e segunda temporada da série. Um detalhe: no livro, assim como na segunda temporada, Sam está com a mão quebrada. Aqui vai uma curiosidade: boatos dão conta de que Jared quebrou a mão ao defender Jensen em uma briga, mas a história oficial é que ele se machucou nas filmagens da série.

Voltando ao livro, que é o que interessa neste caso, esse é o primeiro romance baseado na série. Antes, outros três livros haviam sido lançados, mas não eram romances. Em ‘Supernatural – Nunca Mais’, Sam e Dean vão até a cidade de Nova Iorque, onde investigam dois casos. Em um, os irmãos Winchester vão até a casa mal assombrada de um cantor de rock que convive com a aparição de uma banshee (provêm das famílias das fadas, sendo a forma obscura delas. As banshees são seres que preveem a morte e seu grito é capaz de estourar crânios. Resumidamente, são seres sobrenaturais, mensageiras da morte). Eles precisam descobrir por que a garota sempre volta ao local nos dias de shows da banda. O outro caso bem mais assustador, envolve um serial killer e  a  morte de dois estudantes que foram espancados até a morte. O que chama atenção dos Winchester é a ligação das várias mortes com os contos do famoso escritor, Edgar Allan Poe.

Crimes baseados em contos do autor Edgar Allan Poe intrigam os irmãos Dean e Sam.

‘Supernatural – Nunca Mais’ é um bom livro, principalmente para quem acompanha a série. Divertido e bem fiel ao programa de TV, a história se desenrola no bairro Bronxs.  Por vários momentos me peguei rindo dos fatos e cheguei imaginar a cena com os dois atores. O enredo do livro daria episódios bem engraçados e interessantes. Só que nem tudo são flores. A tradução é um problema sério! Em muitos diálogos, Sam sempre responde com um ‘obrigada’.  A palavra ‘supernatural’ não é traduzida, mesmo não fazendo menção ao nome da série. A concordância é um ponto fraco em várias partes, mas são problemas contornáveis. O autor ainda indica uma playlist para quem gosta de ler ouvindo música. Claro que ‘Carry on, Wayward Son’ do Kansas não faltou. Um clássico!

Enfim, sendo fã ou não da série, o livro é uma boa dica para quem gosta de ação, terror, fantasia, mistério, drama, suspense e comédia. Ufa! Ah, não se engane: Supernatural, mesmo falando de espíritos, demônios e anjos, não assusta ninguém… Ah, aproveita e escuta o clássico aí!

 

 

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