Não tenho pai, mas sou herdeiro: histórias e registros de paternidades ausentes

Não tenho pai, mas sou herdeiro: histórias e registros de paternidades ausentes, das jornalistas Alice Machado e Isabelle Chagas, terá versões impressa e EPUB. O evento acontece no dia 21 de março, às 15h, no Centro de Referência de Juventude.

Além do formato impresso, publicado pela Editora Crivo, a obra também será disponibilizada em EPUB, acessível a pessoas com deficiência visual e baixa visão. Ambos serão distribuídos gratuitamente no evento, aberto ao público.

Mais de cinco milhões de crianças no Brasil não tem o nome do pai da certidão. Isso sem contar os adultos e aqueles que, mesmo carregando o sobrenome paterno, não tiveram pais presentes. Apesar de comum, por que falar sobre essa ausência ainda parece ser tão difícil? Essa foi uma das perguntas que motivou a idealização do livro-reportagem

A reportagem é composta por entrevistas, cartas, depoimentos e textos informativos sobre o tratamento que é dado ao assunto na Justiça. Além disso, traz dados inéditos sobre a realidade brasileira, que atestam que o país é um dos líderes nos rankings de abandono paterno.

Em 2011, 66% de todos os mandados de prisão de Minas Gerais corresponderam ao não pagamento de pensão alimentícia, sendo que apenas 36,5% desse total foi cumprido. Nos anos posteriores, esse percentual foi ainda mais baixo: 2013 contabilizou 24,5% dos mandados cumpridos, enquanto em 2016 só 27% foram concretizados.

Data: 21 de março

Horário: 15h

Local: Centro de Referência de Juventude (Rua Guaicuris, 50, Centro)

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