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Doutor Sono: É Possível se Surpreender?

Como continuar o sucesso de O Iluminado (1980), agradar aos fãs do filme e do livro e ainda por cima agradar ao autor Stephen King, que sempre teceu críticas ao filme de Stanley Kubrick? Esta é a maior missão de Doutor Sono, filme que estreia hoje, 7 de novembro, nos cinemas em todos o Brasil.

O grande inimigo de Doutor Sono é, obviamente, a expectativa do público, mesmo que não tenha ocorrido uma grande comoção em relação ao lançamento, certamente quem viu O Iluminado está atento ao lançamento de Doutor Sono.

Neste longa, dirigido por Mike Flanagan, acompanhamos o adulto Dan Torrance (Ewan McGregor) em sua vida após a luta para superar todos os traumas de sua infância no Hotel Overlook.

A superação não dura muito tempo, pois ele é encontrado por Abra (Kyliegh Curran), uma garota que possui o Brilho, e é capaz de se comunicar por telepatia e de ver coisas, assim como Dan em O Iluminado. Abra Stone precisa de ajuda para derrotar Rose Cartola (Rebecca Ferguson) e seus seguidores do grupo Verdadeiro Nó, que se alimentam do Brilho que devoram ao matar crianças.

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O enredo, à primeira vista, parece um tanto infantil, não é? Uma cara de roteiro de Abracadabra, mas acaba ai! A atmosfera e o desenvolvimento de um filme de terror psicológico é construída desde o início do filme, não há tanto jumpscare, mas os sustos estão ali, em cenas tensas.

Contudo, o que deve chamar a atenção do espectador (positivamente ou não) é a quantidade de referências que Doutor Sono faz a O Iluminado, mesmo que você nunca tenha assistido ao filme de Kubrick, vai encontrar muitas cenas familiares e vai sentir vontade de apontar para a tela do cinema e dizer “Ei, eu já vi essa cena!”, mas não é déja’vu, o filme icônico está cuidadosamente inserido neste que, possivelmente vai valer as horas passadas na sala de cinema.

A Coluna Território Livre é dedicada a análise de filmes e séries e outros entretenimentos. 

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