Companhia das letras lança Valentes: histórias de pessoas refugiadas no Brasil

No dia de 10 de agosto, o selo jovem da Companhia das Letras lança o livro Valentes: histórias de pessoas refugiadas no Brasil, voltado ao público jovem, livro ilustrado conta histórias reais de pessoas refugiadas em terras brasileiras.

Com uma linguagem acessível, o livro também traz também dados e infográficos sobre o tema. Neste livro, Aryane Cararo e Duda Porto de Souza reuniram uma série de histórias reais de refugiados no Brasil, nas quais cada personagem ganhou uma ilustração.

A obra também traça um panorama histórico do refúgio no Brasil e no mundo, apresentando conceitos e dados, e traz infográficos sobre os principais conflitos que geraram esses fluxos migratórios. O resultado é um material humano e sensível, que dá voz a quem precisa ser ouvido e celebra as diferenças que tornam nossa nação tão plural.

As histórias:

Drágica Stefanovic fugiu com a família quando descobriu que estavam em uma lista de extermínio na antiga Iugoslávia. Abdulbaset Jarour chegou aqui ainda ferido, fugindo da guerra na Síria. Yennifer Zarate cruzou a fronteira para escapar da crise na Venezuela.

Jacob Cachinga e Prudêncio Tumbika ganharam a oportunidade de estudar depois de ficarem cegos em decorrência da guerra civil em Angola. Ana Lia não podia assumir sua identidade como mulher trans no regime de Cuba e teve que buscar um novo lar.

Essas são apenas algumas das incontáveis histórias de pessoas que não tiveram opção a não ser deixar tudo para trás e vir para o Brasil. Mas será que somos uma sociedade acolhedora?

A questão dos refugiados tem sido muito debatida, mas o preconceito, a xenofobia, as fake news e o medo com frequência atrapalham a discussão. Para auxiliar na compreensão desse tema tão complexo e combater a desinformação, as jornalistas Aryane Cararo e Duda Porto de Souza foram além das estatísticas e reuniram histórias de vida emocionantes, de pessoas de mais de quinze nacionalidades distintas, que vieram para o nosso país pelos mais variados motivos — desde dificuldades financeiras até perseguição baseada em raça, religião, nacionalidade, orientação sexual, identidade de gênero ou opinião política —, todas em busca de um lugar onde pudessem de fato viver.

Para saber mais acesso o site da Companhia das Letras.

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