Máquinas Mortais: Um Potencial Desperdiçado

Estréia hoje nos cinemas, a superprodução de Máquinas Mortais (Mortal Engines) com direção de Christian Rivers,  baseada no livro homônimo do escritor Philip Reeve.

Confira o trailer

O filme se passa em um cenário futurista, pós apocalíptico, onde as cidades se movem como tanques de guerra super robustos em batalhas constantes umas com as outras em busca de recursos naturais. Londres, sob o comando de Thaddeus Valentine (Hugo Weaving) encontra um meio de destruir uma muralha utilizando tecnologia do passado e Tom (Robert Sheehan) se vê envolvido na trama de Hester Shaw (Hera Hilmar) que está em busca de vingança contra Valentine, pela morte de sua mãe.

Máquinas Mortais : Foto Hera Hilmar, Robert Sheehan (Divulgação /2018)

Embora o trailer tenha sido de tirar o fôlego (e os efeitos visuais realmente são assim), o longa aparentava ter muito mais potencial. É como um Mad Max com roupas bonitas. Infelizmente, fora isso, não há maiores semelhanças com o aclamado Mad Max, um história fraca, com personagens fracos e motivações pouco convincentes, sem falar em uma dupla de personagens que não fez a menor diferença durante a história com suas participações anti climáticas.

Shrike, o Renascido, é o grande destaque do filme, mas não vou contar o motivo, você VAI precisar assistir para entender.

Máquinas Mortais : Foto Hera Hilmar (Divulgação/2018)

Máquinas Mortais parece uma série de filmes mesclados para criar algo novo, poderia facilmente ser um episódio num dos futuros possíveis na série Legends of Tomorrow da DC, produzida pela Warner, e o vilão Thaddeus Valentine, poderia sem a menor dificuldade ser Vandal Savage (o vilão da série).

É um filme para assistir eventualmente num sábado à noite, mas não espere grandes surpresas.

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