duas pessoas fazendo o sinal de um coração com a mão com o por do sol ao fundo, mãe é tudo igual

Mãe é tudo igual!

Alguns momentos nos fazem refletir, será mesmo que mãe é tudo igual mesmo?

Na última coluna falamos sobre como ir ao cinema depois de ter filho. Contei para vocês sobre a experiência de ir ao cinema, com a minha pequena, assistir ao filme “Fala sério, mãe”. Ainda falando sobre o filme, quero levantar um assunto hoje de como é nostálgico assistir filme com história de mãe, não é verdade? 

A repercussão deste novo lançamento do cinema nacional é tamanha, que desde o dia em que assisti, tenho visto várias pessoas comentando sobre ele, e sempre ressaltando o quanto tinham se lembrado da mãe durante o filme, ou o quanto lembravam de quando eram menores e tinham atitudes como a da filha. Tive um amigo que disse que chorou muito no filme lembrando da mãe (Ele está morando sozinho e aí bateu aquela saudade).

“Mãe é mãe”, “mãe é tudo igual”… são algumas das frases que falamos sempre durante a vida, não importa se você está antes ou depois dos 30, sempre vai repetir essa frase ao ver histórias sobre mães. O mais engraçado é quando paramos para perceber que filhas também são mães, e lembramos que mãe é tudo igual, nos damos conta de que estamos incluídas nesse grupo “todo igual”. Rsrsrs

Sempre lembro da minha mãe durante os filmes que assisto e que falam de mães, bate aquela saudade da adolescência, aquela gratidão ao lembrar das noites sem dormir enquanto eu era bebê, aquele amor ao ver que elas pensam em nós em todos os segundos de suas vidas. É nostálgico e maravilhoso!

Mas, dessa vez eu me dei conta de que agora sou uma dessas mães e tive um sentimento duplo ao assistir. Me dei conta de que estou nesse mesmo “saco” de mães iguais. Gente, é muito engraçado a sensação de se sentir igual a sua mãe, não é? Me dei conta de que sempre fiz as mesmas coisas depois que me tornei mãe; nunca mais dormi uma noite inteira, acordava para ver se ela estava respirando, festejei a primeira vez que sai de casa após o nascimento da Maria (mesmo que só tenha ido a uns dois quarteirões de casa), passava o dia de pijama cuidando dela, tinha medo de várias bactérias e germes que nunca tinha lembrado que existia, entre tantas outras coisas.

E aí no meio do filme eu me peguei pensando em como será viver as próximas experiências, sei que vou morrer de preocupação quando ela começar a sair sem mim, que vou enlouquecer quando ela ficar doente, que terei muito ciúme quando ela arrumar um namorado, que vou querer proteger do mundo e fazer ela pagar muitos micos, porque mãe é tudo igual! E eu estou aprendendo a cada dia como fazer parte desse mundo fantástico e cheio de heroínas que é o mundo das mães!

Conta para gente em que “fase” de mãe você está? Passando noites em claro, correndo atrás de quem começou a andar, explicando o mundo para quem está na fase dos “porquês”, levando em festa do pijama, festa de 15 anos, ciúme dos namorados(as), paparicando os netinhos, ou tantas outras?

 A coluna LiteralMente,mae! é publicada quinzenalmente aos domingos. As opiniões e fatos não refletem necessariamente a opinião de todas as mães, mas sim a vivência da colunista.

Quer trocar experiências comigo? Envie e-mail para gabriela@literalmenteuai.com.br

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