Bohemian Rhapsody – Um Tributo ao Imortal Freddie Mercury

Então, Scaramouche, will you do the Fandango? No Brasil, o Fandango é uma festa típica para comemorar a chegada dos marujos, é uma celebração e é disso que se trata Bohemian Rhapsody, o filme que mostra a trajetória do extraordinário Freddie Mercury (Rami Malek) e do Queen.

Com estreia marcada para 1 de novembro, Bohemian Rhapsody é um filme praticamente sem spoilers para quem acompanhou, mesmo que superficialmente, a trajetória do Queen desde sua formação, com a saída de Tim Staffel, encerrando o trio Smile, a entrada de Freddie Mercury e o baixista John Deacon (Joseph Mazzello) unindo-se ao baterista Roger Taylor (Ben Hardy) e ao guitarrista Brian May (Gwilym Lee) até o Live Aid em 1985.

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É um filme que te deixa tenso na cadeira do cinema do início ao fim, por ter uma trilha sonora impecável e que não desapontará aos que forem ao cinema para ouvir os maiores sucessos da banda britânica.

É mágico passar pelo surgimento de Bohemian Rhapsody e o então absurdo de colocar uma música de 6 minutos no rádio, de “We Will Rock You”, com sua batida que permitia que o público fizesse parte do show e (entre tantas outras) de “Love Of My Life”, que com certeza é uma das músicas mais marcantes da banda para os brasileiros, após aquela memorável apresentação no Rock In Rio, quando uma nação que provavelmente não falava absolutamente nada do idioma da Terra da Rainha cantou em uníssono a declaração de amor de Freddie para Mary Austin (Lucy Boynton).

Um dos maiores rumores que circulou após a divulgação de que haveria um filme sobre a banda, era o de que a homosexualidade de Freddie Mercury não seria abordada e que seu relacionamento com Jim Hutton (Aaron McCusker) não apareceria. Alguns alegavam que não fazia sentido porque o foco do filme deveria ser a banda e suas canções, mas as canções eram escritas por pessoas e as experiências e conflitos são parte importante da composição. Portanto, não poderia faltar.

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Quanto à performance de Rami Malek, não espere uma imitação de um dos artistas mais icônicos da história da música. Tudo o que Freddie Mercury fazia era espontâneo demais para ser meramente copiado, “O público não quer uma mímica de Freddie, ele quer entender porque ele fez o que ele fez”, declarou em entrevista. O ator decidiu não imitar o vocalista do Queen, apesar de toda a pressão, e sua naturalidade em cena mostra que sua coach de movimentos fez um excelente trabalho.

Bohemian Rhapsody é um filme para se ver no cinema e para sentir a alma ser tocada por um dos artistas que mais me entristece não ter visto performar ao vivo.

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